Sim, homens trans que desejam ter filhos no futuro, podem preservar a sua fertilidade antes de iniciar a transição de gênero.
O congelamento de óvulos para homens trans envolve a estimulação ovariana para produzir óvulos, que são então coletados e armazenados para uso futuro.
Na Clínica Genics, estamos comprometidos em oferecer cuidados de saúde inclusivos e personalizados.
Se você é um homem trans interessado em preservar sua fertilidade, entre em contato conosco para saber mais sobre suas opções e como podemos ajudá-lo a planejar o futuro com confiança.
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Médico Responsável Técnico da Clínica Genics: Dr. José Geraldo Aguiar Faria Jr. / CRM-SP: 54.022
Em seu novo projeto, a Clínica Genics disponibiliza uma série de videocasts informativos, conduzidos pelo Dr. Philip Wolff, diretor da Clínica Genics, para discutir o universo da reprodução humana.
Neste primeiro episódio, o Dr. Philip Wolff esteve com a jornalista pós-graduada em Diversidade e Inclusão, Maíra Donnici.
Neste bate-papo descontraído, mas bastante inspirador, eles falaram sobre as possibilidades de atendimento inclusivo, dentro da reprodução humana, para pessoas LGBTQIAP+, pessoas com deficiência (PCDs) e pacientes oncológicos. Além disso, Maíra compartilhou como foi a sua trajetória para formar a sua família.
Confira o primeiro episódio completo no nosso canal no Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=Lwf-aRoB6B8&feature=youtu.be
Quer saber mais sobre o nosso atendimento? Entre em contato com a nossa equipe, estamos de braços abertos para te receber:
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A diabetes pode comprometer a fertilidade! Entenda os impactos da doença!
Nas mulheres, quanto menor for a ação da insulina, maior a produção de hormônios masculinos, o que pode ocasionar alterações significativas nos ciclos menstruais e, em alguns casos, a mulher pode parar de ovular cronicamente.
Já nos homens, ela pode alterar e reduzir os níveis de testosterona e, com isso, a fabricação e maturação das células reprodutoras sofrem interferências. Homens diabéticos também podem ter menor quantidade de espermatozoides no sêmen.
No entanto, ter diabetes não significa que o sonho de engravidar seja impossível e nós da clínica Genics de Reprodução Humana, estamos de portas abertas para realizar o seu maior sonho!
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Você sabe qual o papel da hipófise? Ela é uma importante glândula que fica na base do nosso cérebro e seu papel é de regulação de outras glândulas e hormônios.
Dessa forma, alterações na hipófise podem levar a impactos na produção de espermatozoides e de óvulos.
Mas quais são os sintomas de alteração na hipófise?
A chamada disfunção hipofisária apresenta alguns sinais, como:
– Anovulação (ausência de ovulação);
– Amenorreia (ausência de menstruação);
– Baixa libido;
– Galactorreia (produção de leite fora da gestação);
– Disfunção erétil, no caso dos homens;
– Alterações de apetite e de peso;
– Cansaço e fadiga.
Casais que estão tentando engravidar devem ficar atentos a esses sinais e procurar ajuda médica especializada!
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Mais de um bilhão de pessoas fumam cigarro no mundo todo. Os dados, divulgados em 2016, são da Organização Mundial de Saúde (OMS). Dos 18 milhões de brasileiros, cerca de 11 milhões de homens e sete milhões de mulheres. De acordo com o Ministério da Saúde, o percentual de fumantes de tabaco no país caiu, nos últimos 25 anos. Entre homens, a queda foi de 29% para 12%; e entre mulheres, de 19% para 8% . Mas, apesar da baixa, o Brasil ocupa ainda o oitavo lugar no ranking da OMS de número absoluto de fumantes.
Cada vez mais estudos alertam sobre os perigos do tabagismo e não somente para quem fuma. Os chamados fumantes passivos, aqueles que não fumam, mas ficam no mesmo ambiente do fumante, também são prejudicados. Mas, muito se fala sobre os perigos do cigarro para o coração, levando a sérias doenças cardiovasculares como o infarto, aos problemas respiratórios e ao câncer, principalmente os de pulmão e de boca. Porém, o tabaco também prejudica o aparelho reprodutor masculino e feminino, podendo causar infertilidade.
Segundo a Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, homens e mulheres fumantes têm três vezes mais chances de se tornarem inférteis, comparados aos não fumantes. Lembrando que qualquer produto proveniente do tabaco, como charuto e cachimbo, traz os mesmos riscos do cigarro. Portanto, é mais do que recomendável parar de fumar se quiser ter filhos.
De acordo com a Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, 13% da infertilidade feminina pode ser atribuída ao cigarro. Mulheres que fumam 20 cigarros por dia têm a fertilidade reduzida em 25%. Enquanto isso, as que fumam uma quantidade maior podem ter redução de até 43%.
Existem diversas substâncias e componentes no cigarro, como a nicotina, o alcatrão e o monóxido de carbono, que afetam diretamente o aparelho reprodutor, tanto de homens como de mulheres. Essas substâncias tóxicas causam oxidação nos óvulos, o que resulta em uma diminuição drástica da sua quantidade e qualidade. Essa queda no estoque de óvulos pode estar associada ao fato de que fumantes tendem a entrar primeiro na menopausa do que as que não fumam.
A motilidade das tubas uterinas também pode ser alterada, dificultando a implantação do embrião, caso ocorra a fecundação, e aumentando o risco de abortamento (em até 27%) e de gravidez ectópica (nas tubas). Caso a gestação vá adiante, as fumantes têm maiores chances de terem problemas gestacionais, como placenta prévia e parto prematuro.
Estudos científicos já demonstraram também que as taxas de fertilização e crescimento dos embriões nos tratamentos de Fertilização in Vitro são menores para quem fuma, fazendo com que essas pacientes necessitam de duas vezes mais tentativas do que as não fumantes, além de necessitarem de uma quantidade maior de hormônios para estimular a ovulação.

Homens também podem ter impotência causada pelo cigarro. Pesquisadores da Universidade de Saarland, na Alemanha, descobriram que homens fumantes têm menores taxas de proteína P2, essencial para o desenvolvimento dos cromossomos e para a reprodução. Sua deficiência pode causar infertilidade. E mais, os danos causados pelo cigarro reduzem a produção de espermatozoides e causam deficiências dificultando a fecundação.
O cigarro também afeta a motilidade dos espermatozoides. Ou seja, apesar de o homem produzir espermatozoides, a maioria não se locomove e, assim, não consegue chegar até o óvulo para fecundá-lo. Ao afetar a qualidade do esperma, o problema de fertilidade não se reduz a uma gestação natural. O consumo do cigarro também atrapalha os tratamentos de fertilização assistida porque torna-se necessário que o homem produza espermatozoides de qualidade, para que haja chances de fertilização.
Veja também: 4 Mitos mais comuns sobre infertilidade no homem e 7 Verdades sobre a infertilidade masculina
Quando um casal decide ter um filho não espera encontrar barreiras em seu caminho. Afinal, nem sempre, tudo acontece como sonhamos. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística(IBGE), atualmente, a infertilidade atinge cerca de 15% dos casais brasileiros em idade reprodutiva. Ela pode ser causada por diversas doenças fisiológicas ou até mesmo pelo lado emocional, como a ansiedade para engravidar.
De acordo com dados divulgados pela Organização Mundial de Saúde (OMS), em 2017, esse transtorno mental atingiu 322 milhões de pessoas no mundo, o que pode atrapalhar os casais na busca de se tornarem pais. O relatório da OMS alertou ainda que o Brasil é o país com o maior número de pessoas que sofrem com a ansiedade. Aproximadamente 9,3% da população apresentam o distúrbio.
Sabe aquela velha frase? “Quando você relaxa, engravida”? Pois é! Ela tem mesmo um fundo de verdade, pois problemas psicológicos desse tipo, como a ansiedade, geram nervosismo, irritabilidade e, principalmente, frustração a cada tentativa falha. Todo esse desequilíbrio emocional pode causar também alterações hormonais. Além de diminuir a produção dos espermatozoides nos homens e de óvulos nas mulheres, dificultando ainda mais a gravidez. A ansiedade também pode afetar a relação sexual do casal, diminuindo a libido.

Um casal saudável com idade de até 35 anos pode demorar até um ano para engravidar. Por isso, o ideal é que não vivam em função somente da gravidez, assim, as expectativas ficam mais controladas. Para ajudar a acalmar a ansiedade para engravidar e facilitar o relaxamento, algumas terapias alternativas são bem-vindas.
A ioga e a medicação são ótimas para adquirir mais equilíbrio emocional, maior consciência corporal e tranquilidade. Outras terapias, como acupuntura, aromaterapia e massagens também são aliadas do bem-estar. Adotar medidas saudáveis, como uma alimentação equilibrada, praticar esportes com regularidade, não fumar, não consumir álcool em excesso e manter um peso adequado aumentam as chances de gravidez.
Quando a infertilidade do homem ou da mulher for constatada e, por isso, surgir a necessidade de recorrer a um tratamento de reprodução assistida, a ansiedade pode, mais uma vez, se tornar uma grande vilã. Isso porque os tratamentos são, normalmente, mais demorados e podem levar a uma angustia em torno do resultado positivo. Afinal, nem sempre a gravidez acontece na primeira tentativa, o que pode desgastar ainda mais o lado emocional do casal.
Mas, essa instabilidade emocional pode atrapalhar também o resultado do tratamento. Na Fertilização In Vitro (FIV), por exemplo, é necessário colher os óvulos e espermatozoides do casal e, se a quantidade deles estiver comprometida, o que pode acontecer devido ao transtorno da ansiedade, o tratamento pode ser prejudicado. Por isso, o ideal é que todo casal que se submeter a um tratamento de fertilidade mantenha um acompanhamento psicológico para saber lidar com as frustrações, controlar a ansiedade para engravidar e não entrar em depressão.
Veja também: Clínica de reprodução humana: como escolher? e Saiba identificar uma gravidez psicológica
Desejar ter um filho é um ato lindo, mas nem sempre realizado de forma fácil e rápida. Problemas de infertilidade, ansiedade e outros motivos podem atrasar esse sonho. É aí que o casal deve receber ajuda profissional para superar esse momento.
A Psicologia Perinatal oferece tratamento psicológico ao casal que deseja engravidar, assim como durante o parto. A ciência também auxilia quem acabou de ter um filho, sendo indicada para momentos com mudanças significativas na vida.
Expectativas, frustrações, mudanças no corpo e hormonais acometem o organismo feminino durante essa etapa da vida. Por isso, um acompanhamento especializado é fundamental para preservar a saúde psicológica da mulher e, consequentemente, do bebê e de toda a família.
De acordo com um levantamento realizado pela Organização Mundial da Saúde – OMS, a infertilidade afeta de 50 a 80 milhões de pessoas no mundo. No Brasil, a estimativa é de que 8 milhões sejam inférteis. Diante dessa grande demanda, a Psicologia Perinatal entra em cena, justamente, para ajudar as famílias que desejam ter filhos, mas esbarram em diversas outras dificuldades.
Na maioria dos casos, quem está em busca do sonho de ser mãe ou pai recorre a tratamentos de fertilização. O problema é que acaba não sabendo lidar com a pressão psicológica em torno da expectativa do resultado. Por esse e outros motivos é essencial à família se submeter a um acompanhamento profissional. Além do próprio bem-estar, essa decisão contribuirá para um melhor desenvolvimento durante a tentativa de gravidez.
O ideal é buscar a especialidade a partir do momento no qual se decida engravidar, tendo dificuldades biológica ou não. É importante considerar que durante as tentativas de gravidez, assim como na gestação e no puerpério, questões psicológicas, sociais e físicas serão relevantes no cotidiano dos pais. Portanto, a Psicologia Perinatal é fundamental para a manutenção da qualidade de vida desde o início da gestação. Esse apoio especializado contribuirá para uma boa relação no ambiente familiar, principalmente para com o bebê.
Veja também: Clínica de reprodução humana: como escolher?
A excessiva vontade de engravidar ou o receio de que isso aconteça – por diversos motivos – pode levar a mulher a passar por uma gravidez psicológica, também conhecida como pseudociese. Essa condição mental é amparada pelos clássicos sintomas de uma gestação, o que pressupõe que a pessoa esteja grávida quando não está.
Na verdade, a gestação só é detectada quando a paciente realiza um teste de gravidez, como os comercializados nas farmácias ou um exame de sangue. Ao realizar o exame solicitado pelo médico, elimina-se a dúvida em relação à veracidade da gravidez.
As alterações no corpo e sensações típicas de uma gravidez biológica são praticamente idênticas às da gravidez psicológica. Enjoos, sonolência, desejos alimentares e ausência e/ou atraso da menstruação são sintomas das mulheres “grávidas” psicologicamente. E como se não bastasse, a barriga e as mamas também podem crescer. Isso proporciona a sensação de que há algo mexendo na parte interna da região abdominal. Já o organismo, incrivelmente, chega a produzir leite em alguns casos.
Estima-se que a cada 22 mil gestações no Brasil uma não seja real. O fato curioso é que a gravidez psicológica acontece também no mundo animal. Diante dos sintomas idênticos aos de uma gravidez biológica, a psicológica, quando diagnosticada, deve ser tratada por profissionais especializados. Esse cuidado serve para evitar sequelas traumáticas tanto para o corpo quanto a mente da mulher.
O problema não se resolve sozinho. Então, o ideal é buscar a ajuda de uma equipe multidisciplinar. Podem ser o médico ginecologista e psicólogo, preferencialmente do ramo perinatal. Vale ressaltar, também, que um quadro de gravidez psicológica pode impedir uma gestação verdadeira. Ou seja, este é mais um motivo importante para realizar o tratamento adequado com profissionais especializados.
Veja também:8 Dúvidas frequentes sobre reprodução humana assistida
Poder gerar um filho é um desejo de muitos casais que, nem sempre, é realizado de forma natural. E justamente por ser um sonho, esse assunto deve ser tratado com humanidade e acolhimento. Por isso, a primeira etapa para quem decide ter um filho por meio de inseminação artificial é escolher uma clínica de reprodução humana. Mas atenção: ela deve possuir todos os quesitos esperados e necessários para diferentes tipos de tratamentos.
É preciso avaliar diversos aspectos, como infraestrutura, experiência da equipe de laboratório e médica e atendimento oferecido, que deve ser personalizado. Ou seja: cada caso deve ser tratado de forma única. Além das tentantes, muitas mulheres que procuram uma clínica de reprodução vivenciaram perdas dolorosas, então o respeito pela vida é fundamental.
A equipe médica e os demais funcionários da clínica de reprodução humana devem tratar os pacientes com respeito, humanidade, ética, dedicação e total transparência. Ou seja, expondo todas as possibilidades de tratamentos. O pacientes orientando sobre os resultados esperados de cada um e quais as melhores indicações para cada caso.
O paciente deve conseguir esclarecer todas as suas dúvidas e se sentir confortável com a equipe médica. Ouvir opiniões e considerações de outros pacientes também é importante.
Diversos fatores podem ser a causa da infertilidade. Um deles, por exemplo, é a alimentação. Por isso, uma clínica de reprodução humana precisa ter profissionais especializados e preparados para atender os pacientes de forma integrada. Isso inclui diversas especialidades, como ginecologistas, obstetras, urologistas, embriologistas, geneticistas, enfermeiros, psicólogos e nutricionistas.
Profissionais especializados na área de reprodução humana e genética com larga experiência farão toda diferença no tratamento. Ele se inicia com a queixa de dificuldade de engravidar, passa pelo diagnóstico médico e finaliza no momento do nascimento do bebê. A capacitação e a atualização de cada profissional são quesitos fundamentais e obrigatórios. Afinal, eles garantem que o corpo clínico trabalhe com os melhores e mais modernos equipamentos e técnicas em reprodução humana.
Vale checar, também, se os profissionais da clínica de reprodução humana são membros de alguma sociedade científica. A exemplo da Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida (SBRA); Sociedade de Reprodução Humana (SBRH); Sociedade Europeia de Medicina Reprodutiva e Embriologia (ESHRE); Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva (ASRM).
O paciente deve se sentir acolhido na clínica escolhida para o seu tratamento, afinal, será um local de visitas frequentes. Conforto, limpeza e privacidade são itens indispensáveis.
Além disso, a clínica precisa cumprir todas as resoluções do Conselho Federal de Medicina (CFM) e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Assim, além das especialidades médicas necessárias, uma clínica com credibilidade oferece laboratórios de última geração em áreas como embriologia, andrologia e criopreservação.
São nesses setores que os processos de congelamento de óvulos e espermatozoides e de fertilização in vitro são realizados. E, ao contrário do que muitos pensam, as instalações de uma clínica de reprodução humana impactam, sim, no resultado do tratamento.
Veja também: Inseminação e fertilização: qual é a diferença?